Portfólio Análise da escravidão no Brasil entre os séculos XVII e XIX

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Portfólio Análise da escravidão no Brasil entre os séculos XVII e XIX

 

Portfólio Análise da escravidão no Brasil entre os séculos XVII e XIX

Curso: Formação Pedagógica em História

Semestre: 3° – Área Afim

POSSUI UM TOTAL DE 10 PÁGINAS

 

A proposta de Produção Textual Interdisciplinar Individual (PTI) possui como temática:
Análise da escravidão no Brasil entre os séculos XVII e XIX. Nesse momento o foco será a dinâmica da escravidão no Brasil entre os séculos XVII e XIX. Para isso, também será importante pensar sobre a economia, o tráfico negreiro, as alforrias e resistências escravas. Escolhemos esta temática por possibilitar a aprendizagem interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas desse semestre.

ORIENTAÇÕES DA PRODUÇÃO TEXTUAL

A Leitura da Situação Geradora de Aprendizagem (SGA) e, também, da Situação-problema
fornecerá os elementos necessários para a elaboração da produção textual.

Situação Geradora de Aprendizagem (SGA)

Ao realizar um levantamento de livros e artigos científicos que tratam sobre a escravidão no
Brasil, nos deparamos com várias questões abordadas sobre o tema, como por exemplo, a ideia de que a escravidão no Brasil foi mais “benigna”. Observe os trechos abaixo:

“Essa visão começou a modificar-se no início do século XIX, de início pela pena dos
viajantes europeus que então passaram a percorrer ou morar no Brasil. O inglês Henry
Koster, por exemplo, senhor de escravos em Pernambuco na segunda década do
oitocentos, não deixou de observar a facilidade com que escravos crioulos e mulatos
obtinham a alforria no Brasil, contrastando-a com as dificuldades encontradas pelos
escravos do Caribe inglês. Reside aí, nos relatos de viajantes europeus, a origem da
imagem da escravidão brasileira – e mesmo – ibérica – como mais ‘benigna’ do que a
escravidão anglo-saxônica.” (MARQUESE, 2006, p. 107).
“[…] Vários autores consideraram a tese da benignidade uma mera expressão da
ideologia das camadas dominantes no século XIX; sua divulgação, especialmente no
exterior, faria parte dos esforços do governo imperial no sentido de disseminar uma
imagem amena da escravidão e, com isso, contrapor-se ao movimento abolicionista.”
(VERSIANI, 2007, p. 163)

A ideia de que a escravidão no Brasil foi mais “benigna” é uma questão que merece um olhar
crítico e reflexivo. Contudo, há outras questões que também devem ser analisadas: Como se
caracterizaram as resistências de africanos escravizados, no Brasil, entre os séculos XVII e XIX? Quais mecanismos foram usados para garantir a reprodução da sociedade escravista brasileira no tempo e evitar um quadro social tenso? São sobre essas questões que você deverá refletir ao desenvolver essa produção textual.

Situação-problema

Galdino é aluno do curso de Formação Pedagógica em História e foi convidado para escrever
um texto sobre “A escravidão no Brasil”. O texto será publicado em um jornal no mês de maio,
quando se comemora a abolição da escravidão. Galdino pensou em várias possibilidades de
abordagens, como: a abolição da escravidão ou a escravidão no Brasil atual. Mas, optou por abordar questões relacionadas à dinâmica da escravidão entre os séculos XVII e XIX.

Com o objetivo de abordar a escravidão no Brasil, entre os séculos XVII e XIX, Galdino iniciou uma pesquisa e selecionou dois artigos, que embora não sejam recentes, tratam de elementos importantes acerca do período que pretende analisar. O primeiro artigo é “A dinâmica da escravidão no Brasil: resistência, tráfico negreiro e alforrias, séculos XVII a XIX”, e o segundo é “Escravidão ‘suave’ no Brasil: Gilberto Freyre tinha razão?”. Esses artigos chamaram a atenção de Galdino para algumas questões pouco discutidas sobre a escravidão, como a ideia de que no Brasil a escravidão foi mais “benigna”.

Ao escrever um texto sobre “Análise da escravidão no Brasil entre os séculos XVII e XIX”,
Galdino tem como objetivo refletir sobre os seguintes aspectos: atividades econômicas baseadas na escravidão, formas de resistência, legislação escravista portuguesa, relação entre alforrias e tráfico negreiro transatlântico, meios de reprodução da sociedade escravista brasileira no tempo, a ideia de que a escravidão no Brasil foi mais “benigna”.

Orientações para a execução do trabalho

A partir da leitura da situação-problema apresentada, seu desafio é de se colocar no lugar de
Galdino e produzir um texto dissertativo e argumentativo sobre: Análise da escravidão no Brasil entre os séculos XVII e XIX. Para isso, siga as orientações abaixo:

1o – Leia os textos indicados a seguir:

MARQUESE, Rafael de Bivar. A dinâmica da escravidão no Brasil: resistência, tráfico negreiro e
alforrias, séculos XVII a XIX. Novos estudos – CEBRAP, São Paulo, n. 74, p. 107-123, mar. 2006.
Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-
33002006000100007&lng=en&nrm=iso&tlng=pt. Acesso em: 14 jul. 2021.
VERSIANI, Flávio Rabelo. Escravidão “suave” no Brasil: Gilberto Freyre tinha razão? Revista de
Economia Política, São Paulo, v. 27, n. 2, p. 163-183, jun. 2007. Disponível em:
https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-31572007000200001. Acesso em:
14 jul. 2021.

2o – Elabore um texto sobre a: “Análise da escravidão no Brasil entre os séculos XVII e XIX”.
Elencamos abaixo sete pontos relevantes que deverão ser contemplados no seu texto:

 Discorra, brevemente, sobre as atividades econômicas que se basearam na mão-de-obra do
africano escravizado;
 Analise as formas de resistência do africano escravizado entre o séc. XVII e início do séc. XIX;
 Relacione o escravismo de plantation, o quadro demográfico existente e a resistência escrava
coletiva;
 Explique os mecanismos usados para garantir a reprodução da sociedade escravista brasileira
no tempo e evitar formas de resistência, como a de Palmares, e um quadro social tenso;
 Discorra sobre a relação entre as alforrias e a acentuação do tráfico negreiro transatlântico;
 Discorra sobre o panorama da escravidão no Brasil na passagem do séc. XVIII para o XIX;
 Analise os argumentos usados para justificar que a escravidão no Brasil foi mais “benigna”.


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