Portfólio O Imperialismo e seus impactos sobre a história da África

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Portfólio O Imperialismo e seus impactos sobre a história da África

 

Portfólio O Imperialismo e seus impactos sobre a história da África

Curso: Segunda Licenciatura em História

Semestre: 3°

POSSUI UM TOTAL DE 10 PÁGINAS

 

A presente proposta de Produção Textual Interdisciplinar Individual (PTI) possui como tema:
O Imperialismo e seus impactos sobre a história da África. Nesse momento o foco será um evento histórico específico. Para isso, também será importante pensar sobre a reivindicação pela repatriação de objetos africanos expostos em museus europeus. Escolhemos esta temática por possibilitar a aprendizagem interdisciplinar dos conteúdos desenvolvidos nas disciplinas desse semestre.

ORIENTAÇÕES DA PRODUÇÃO TEXTUAL

A Leitura da Situação Geradora de Aprendizagem (SGA) e, também, da Situação-problema
fornecerá os elementos necessários para a produção textual.

Situação Geradora de Aprendizagem (SGA)

Na obra A Era dos Impérios, o historiador Eric Hobsbawm analisa o imperialismo e afirma:
[…] mesmo o homem de negócios mais limitado à procura do lucro em,
digamos, minas sul-africanas de ouro e diamantes jamais pode ser tratado
exclusivamente como uma máquina de ganhar dinheiro. Ele não ficava imune
aos apelos políticos, emocionais, ideológicos, patrióticos ou mesmo raciais
associados de modo tão patente à expansão imperial.
[…]

Entretanto, é impossível negar que a ideia da superioridade em relação a um
mundo de peles escuras situado em lugares remotos e sua dominação era
autenticamente popular, beneficiando, assim, a política do imperialismo. Em
suas grandes exposições internacionais […] a civilização burguesa sempre se
orgulhara do triunfo triplo da ciência, da tecnologia e das manufaturas. Na
era dos impérios, ela também se orgulhará de suas colônias. No final do
século multiplicaram-se os ‘pavilhões coloniais’, até então praticamente
desconhecidos […] Tratava-se sem dúvida, de publicidade proposital, mas
como toda propaganda – comercial ou política – realmente bem-sucedida, só
teve êxito por ter tocado um ponto sensível do público. As exposições
coloniais eram um sucesso. Os jubileus, funerais e coroações reais britânicas
eram ainda mais impressionantes porque, como os antigos triunfos romanos,
exibiam marajás submissos com vestimentas preciosas – livremente leais e
não cativos. As paradas militares tornavam-se ainda mais coloridas por incluir
sikhs enturbantados, rajputs bigodudos, gurkas sorridentes e implacáveis,
cavalarianos argelinos e altos senegaleses negros: o mundo do que era
considerado como barbárie a serviço da civilização. (HOBSBAWM, Eric J. A era
dos impérios. São Paulo: Paz e Terra, 2016, p. 101, 114-115)

Hobsbawm buscou interpretar o imperialismo pela via econômica, em que a partir da segunda
metade do século XIX, a acumulação de capital e o desenvolvimento da indústria lançaram as
potências europeias a uma busca por novos territórios, com o objetivo de obter matérias-primas e mercados consumidores. Contudo, é inevitável considerar que o interesse econômico e político foi acompanhado de uma dominação cultural.

Sendo assim, uma questão que merece atenção sobre os impactos do Imperialismo é a
continuidade da dominação cultural europeia sobre o continente africano, mesmo com as
independências conquistadas. Essa dominação pode ser percebida nos artefatos que fazem parte da história dos povos africanos e que estão expostos nos museus europeus. O Museu Britânico, por exemplo, apresenta diversas galerias com objetos de todo o mundo, sendo que muitos são
provenientes da ocupação inglesa nos continentes africano e asiático. Torna-se necessário
questionar a continuidade dessa dominação cultural, mesmo com a independência das ex-colônias.

Por que há artefatos fora do seu território de origem? Será que ainda hoje a História da África é escrita pelos ocidentais e para os ocidentais?

Situação-Problema

Ana é aluna do curso de História e foi convidada para escrever um texto sobre “O Imperialismo
e seus impactos sobre a história da África”, para um site especializado em temas históricos. Ana já estudou esse tema na Universidade, mas as abordagens estiveram relacionadas principalmente ao domínio econômico e político das potências imperialistas na África.

Com o objetivo de realizar uma abordagem relacionada também aos impactos culturais, Ana
iniciou uma pesquisa e encontrou o artigo “Museu e colonialidade: a repatriação museológica como instrumento de luta”, que chamou sua atenção para uma questão pouco discutida: a presença de artefatos africanos em museus europeus e a reivindicação pela repatriação desses objetos.

Em seu texto, Ana objetiva refletir sobre os seguintes aspectos: fatores que motivaram o
imperialismo, justificativas usadas pelas potências imperialistas, impactos do imperialismo sobre a história dos povos africanos. Ana pretende finalizar o texto analisando a continuidade da dominação cultural europeia sobre os povos africanos a partir de artefatos expostos em museus europeus, assim como, a importância da repatriação desses artefatos para a história da África.

Orientações para a execução do trabalho

A partir da leitura da situação-problema apresentada, seu desafio é se colocar no lugar de Ana e produzir um texto sobre: O Imperialismo e seus impactos sobre a história da África.
Para isso, siga as orientações abaixo:

1o – Leia o artigo:
BUENO, Mariana Pimenta. Museu e colonialidade: a repatriação museológica como instrumento de
luta. Revista Neiba, Cadernos Argentina-Brasil. Rio de Janeiro, v. 8, p. 1-20, 2019. Disponível em:
https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/neiba/article/view/39503. Acesso em: 15 jul. 2021.

As leituras a seguir são sugestões que podem ajudar na elaboração do seu trabalho:
CHAGASTELLES, Tania Maria S. As sociedades africanas e o colonialismo. In: MACEDO, JR., org.
Desvendando a história da África [online]. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008. Diversidades
séries, pp. 111-122. Disponível em: http://books.scielo.org/id/yf4cf/pdf/macedo-9788538603832-
09.pdf. Acesso em: 15 jul. 2021.

COSTA, Karine Lima da. Pensar o patrimônio cultural por meio da repatriação e restituição de bens culturais. Patrimônio e Memória. São Paulo, Unesp, v. 14, n. 2, p. 256-271, jul./dez., 2018.

Disponível em: http://pem.assis.unesp.br/index.php/pem/article/download/876/1038. Acesso em:
15 jul. 2021.

LÊNIN, Vladimir Ilitch. O imperialismo, fase superior do capitalismo. Lisboa-Moscou: Editorial Avante! Edições Progresso, 1984. Disponível em:
https://www.marxists.org/portugues/lenin/1916/imperialismo/cap7.htm. Acesso em: 15 jul. 2021.
MENESES, Maria Paula. Colonialismo como violência: a missão civilizadora de Portugal em
Moçambique. Revista Crítica de Ciências Sociais, Coimbra, n. spe 2018, p. 115-140, nov. 2018.
Disponível em: http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2182-
74352018000300005&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 15 jul. 2021.

2o – Elabore um texto dissertativo sobre o: “O Imperialismo e seus impactos sobre a história da África”. A seguir, apresentamos cinco pontos relevantes que deverão ser contemplados no texto:

 Discorra, brevemente, sobre os fatores que motivaram o Imperialismo;
 Analise as justificativas utilizadas pelas potências imperialistas;
 Explique os impactos/consequências do Imperialismo para os povos africanos;
 Analise como a presença de artefatos africanos em museus europeus representa a
continuidade da dominação cultural e compromete a história dos povos africanos;
 Explique por que é importante para a história dos povos africanos a repatriação de objetos
que estão em museus europeus.


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